quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Os novos "soldados" do nosso Exército




O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o presidente de honra da Fifa, João Havelange, são os novos integrantes do chamado Exército Grêmista, projeto criado pelo clube gaúcho para conhecer melhor seu torcedor e, assim, direcionar a ele ações de marketing. Os dirigentes receberam uma carteirinha das mãos do vice-presidente de marketing do Grêmio, César Pacheco, durante evento no Rio de Janeiro. Na semana passada, o clube gaúcho contabilizava mais de 100 mil pessoas cadastradas. Elas recebem, garante o clube, benefícios e vantagens exclusivas, incluindo descontos nas lojas GrêmioMania. A diretoria investiu forte no projeto, inclusive com a veiculação de comerciais na TV aberta.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

No Olímpico só da Grêmio!


Neste domingo,o Grêmio manteve sua invencibilidade atuando no estádio Olímpico.O Tricolor bateu o Coritiba pelo placar de 2x0.

A partida começou movimentada.Aos 2 minutos,Tcheco fez boa jogada e cruzou para Perea. O goleiro Edson Bastos fez a intervenção antes que a bola chegasse no colombiano. Aos 4min, Marcelinho Paraíba bateu cruzado e Victor fez boa defesa. Cinco minutos depois, Maxi López encontrou Perea em boas condições. De primeira, "El Ciclón" bateu por cima. Aos 12min, novamente Marcelinho Paraíba obrigou o paredão gremista a fazer grande intervenção. O Grêmio buscava o ataque, mas a defesa do Coxa suportava bem a tentativa de pressão do Tricolor. Aos 24min, Maxi López trocou passes com Tcheco. O capitão fez o cruzamento, mas a bola passou por todo mundo na pequena área. O Tricolor seguiu com um maior volume de jogo, mas somente aos 38min, criou um lance perigoso. Souza fez grande jogada e soltou a bomba. Edson Bastos fez uma grande defesa e salvou o Coxa. Aos 46min, Perea fez ótima jogada pelo lado esquerdo e chutou cruzado, no ângulo, sem chances para o goleiro. Golaço. Delírio no Olímpico. Grêmio 1 x 0 Coritiba. O Coritiba voltou para o segundo tempo impondo uma pressão, mas a defesa do Grêmio mostrava segurança. Aos 10min, Renatinho deu um pontapé em Lúcio e foi expulso de campo. O Tricolor passou a ter mais posse de bola, buscar o ataque, mas não chegava com muito perigo. Aos 25min, Mário foi a linha de fundo e cruzou para Maxi López. O argentino cabeceou para fora. Aos 30min, Rômulo ficou cara a cara com Victor e soltou a bomba. O goleiro de seleção evitou o empate. Aos 37min, Renato chutou cruzado, no travessão. Aos 38min, Souza recebeu passe de Maxi López e estufou as redes do Coxa. Grêmio 2 a 0 e delírio no Monumental.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O negócio é rir deles

É claro que rir de desgraça alheia é feio. Ainda assim, do jeito que as coisas têm se apresentado neste segundo semestre, minhas maiores alegrias futebolísticas têm sido me divertir com eles. Ou seria deles? Antes de mais nada, eu diria que começamos o ano bem. Vice do Brasileirão 08, deixamos o Gauchão pra eles e focamos na Libertadores. Em função dela, da Libertadores, não jogamos a Copa do Brasil. Deixamos o torneio pra eles, afinal, temos 4 destes canecos em casa. Só que eles, mal agradecidos, acabaram deixando pro Mano. No Gauchão, eles iam de vento em popa. Avassaladores. Goleada e mais goleada. Despontavam como “o timaço” de 2009. Equipe dos muitos gols, das promessas que vingavam, “carrossel”, mais rico das Américas, bla, bla, bla, whyskas sachê. Rondonópolis! Levaram um sopapo do glorioso Rondonópolis, com time titular e tudo! Qua qua qua, começou aí o ano da piada pronta. Enfim, se restabeleceram e chegaram à final depois dos quase tombos contra os gloriosos Coritiba (este mesmo que sapateou ontonti diante deles) e Flamengo. Contra o Curintia, confiavam piamente no título, apesar de assumirem uma espécie de “respeito” todo especial ao Mano Menezes. Se cagavam de medo do Mano, essa é a verdade. Eles têm trauma de Mano, o cara que já nos fez vencer Gauchão em cima deles com dois empates. Aquilo também foi piada, ainda bem que quem riu fomos nós. Enquanto tudo isso acontecia, liderávamos a Libertadores. Campanha impecável, pouquíssimos gols sofridos, Celso Juarez Roth fazendo o que havia sido combinado com a diretoria: foco total na Libertadores. A combinação só não se deu conosco, a torcida, que não perdoou três derrotas em Grenal, apesar de termos jogado muito bem dois deles. Enfim, Roth caiu pela pressão popular. Os jogadores estavam fechados com ele e não queriam que saísse. Rospide ia bem na interinidade, esperando o todo cheio de pedigree Paulo Autuori. Acredito em Autuori e acho que a culpa dele na Libertadores é mínima. No Brasileiro 09, este Brasileiro em que não deslanchamos nunca, em que não vencemos fora do pago, já acho que ele tem certa culpa pela má campanha. Ainda assim, penso que o hômi tem que ficar. Tombo na Libertadores, então. Nos quedamos entre os quatro, o que não é tão ruim, mas ainda é ruim. Aí quem riu da gente foram eles. Mas faz parte, a gente tinha dado risada deles um dia antes também. E muito. Começa o Brasileirão 09, todo mundo apostando suas fichas em Cruzeiro, São Paulo e neles, é claro. Nosso tricolor corria por fora, apesar da boa campanha na Libertadores. Mas se falava em ambiente tumultuado, falta de treinador, etc... Então, dada a largada, lá foram eles, pocotó, pocotó, pocotó, cavalinho disparou na frente e... Opa! Paraguaio!!! Celso Juarez Roth, quem diria, mais uma vez está à frente deles. Agora, até o ponto G perderam. Como as coisas não se endireitam pelo lado azul, vamos rindo da crise que acomete o coirmão. Se perderam em meio a empresários cheios de dólares, em meio à ganância e à petulância. Tudo na ânsia. Ânsia de ganhar o Brasileirão. Quando tomaram do Ronáldo (!) ouvi muitos deles dizerem: “Brasileiro é obrigação”. Qua qua qua... obrigação o que? Chegar entre os quatro?Nem a obrigação os ricaços têm feito. Nós também não deixamos por menos. Quando tudo parece que vai andar, o troço freia. O campeonato vai indo, indo, indo, e quando a gente vê, iu. Enquanto eles pagam micos, como na Sulamiranda, este nobríssimo campeonato que havia até me esquecido de destacar, nós seguimos a sina de perder fora. Ou, enquanto eles pagam outros micos, como ganhar a Suruga, nós seguimos a sina de perder fora. Enquanto eles pagam micos, como perder em casa, perder fora, demitir treinador, chamar aquele do armário, etc, nós damos risada. E não damos risada porque estarmos bem, mas porque a coisa por lá anda feia, ao que tudo leva a crer, pior. É brabo se contentar com pouco, mas pelo menos hoje quem está se divertindo mais somos nós. Quem sempre tem um feito risível novo são eles. Os nossos são os de sempre, os mesmos desde o começo do Brasileiro 09. Nós já demos risada de quase tudo. O bastião que nos resta, ainda, é não perder em casa há mais de ano. Disso eles não podem rir. No mais, parece que anda passando pelo RS uma onda de gás hilariante, onde as maiores felicidades têm sido a desgraça alheia. Ainda bem que o tubo, agora, está conosco... rarará! Dar umas baforadas, me voy.

Por:Ricardo Lacerda

www.finalsports.com.br
E-mail: ricardoblacerda@hotmail.com